segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ônibus para Porto de Galinhas, novos valores, mesmos horários e os mesmos ônibus

Este modelo de transporte opcional implantado a 06 anos pelo GRCT vem perdendo a cada ano sua qualidade e conforto, visto que a maioria dos ônibus são os mesmos que começaram os serviços, ou seja, ônibus com 06 anos de vida e que não tem mais aquela qualidade no início da operação. Vale salientar que a tarifa em 2011 era aproximadamente R$ 6,20 e hoje a tarifa já custa R$ 15,60, um aumento de mais de 100% em 06 anos e os serviços com a qualidade questionada devido a falta de renovação da frota.


Alguns turistas questionam a qualidade dos coletivos, como o Rubens que veio do Rio de Janeiro para passar 04 dias em Porto de Galinhas, ele reclamou da falta de horários na parada do Aeroporto e da qualidade dos ônibus. ''Esperava ônibus mais confortáveis, pois pagamos um serviço que não condiz com o que virmos na internet.

Está linha tem uma operação regular todos os dias, e tem a finalidade de melhorar a acessibilidade a uma das localidades mais visitadas do Nordeste e do Brasil. O serviço é ofertado por 02 tipos de ônibus sendo o Convencional e o Opcional, que além do conforto, atende ao bairro de Boa Viagem (desde o Pina até a Br. de Souza Leão), Imbiribeira, Afogados, Aeroporto, Ipojuca (Sede), N.Sra. do Ó, Muro Alto e Maracaípe.

São ao todo 10 ônibus sendo 05 Modelos Executivos (Ar-condicionado) e 05 modelos rodoviários.

Horários das linhas Opcionais:
195* Recife/Porto de Galinhas 05 Ônibus (Executivo) Ar-condicionado
Tarifa R$ 15,60

Sentido Recife/Porto de Galinhas: 05:10, 05:40, 06:30, 07:30, 08:30, 09:30, 10:30, 11:30, 12:30, 13:30, 14:30, 15:30, 16:30, 19:30, 20:30.

Sentido Porto de Galinhas/Recife: 05:20, 06:20, 07:20, 08:10, 09:10, 10:10, 11:10, 12:10, 13:10, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10, 18:10, 19:10.

*A linha tem seu ponto inicial no Terminal do Cais de Santa Rita e segue pelo bairro de Boa Viagem (na Domingos Ferreira) - atendendo inclusive ao Aeroporto Internacional dos Guararapes (onde terá uma parada na área de desembarque) e hotéis da região – passando por Nossa Senhora do Ó, Muro Alto e Porto de Galinhas. A tarifa cobrada pelo serviço diferenciado será de R$ 15,60. O pagamento pode ser efetuado em espécie ou com os cartões VEM, nas modalidades Trabalhador e Comum.

191* Recife/Porto de Galinhas (Nª Senhora do Ó) 05 Ônibus Rodoviário
Tarifa R$ 10,70

Sentido Recife/Porto de Galinhas: 04:50, 05:20, 06:00, 07:00, 08:00, 09:00, 10:00, 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00, 16:00, 17:00, 17:30, 18:00, 19:00, 20:00, 21:30, 22:30.

Sentido Porto de Galinhas/Recife: 04:10, 04:50,  05:50, 06:50, 07:40, 08:40, 09:40,  10:40, 11:40, 12:40, 13:40, 14:40, 15:40, 16:40, 17:40, 18:30, 19:40, 20:30,  21:30, 23:30.

*A linha tem seu ponto inicial no Terminal do Cais de Santa Rita no centro do Recife e atende a Avenida Mascarenhas de Moraes, além de Muro Alto, Porto de Galinhas e Maracaípe, em Ipojuca. A tarifa praticada: R$ 10,70. O pagamento poderá ser realizado em espécie ou com os cartões do VEM, nas modalidades Estudante (com direito a meia-passagem), Infantil (gratuidade catracada), Trabalhador e Comum.

Obs: As duas linhas atendem aos usuários na área de desembarque do Aeroporto Internacional dos Guararapes.

Fonte: Blog Meu Transporte

sábado, 28 de janeiro de 2017

Wi-Fi e ar-condicionado serão obrigatórios em ônibus intermunicipais do Ceará

Os ônibus que trafegam entre os municípios cearenses passarão a ter Wi-Fi e ar-condicionado. A lei, que estabelece a obrigatoriedade do serviço, foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado do Ceará desta quarta-feira (25).
De acordo com o documento, a mudança vem da “necessidade e a conveniência de implantar melhorias nas condições de conforto e comodidade” dentro dos veículos, “minimizando o desconforto causado pelas típicas
temperaturas elevadas de nosso clima”.

As empresas poderão colocar para circular os ônibus intermunicipais da Região Metropolitana de Fortaleza que não incluem o serviço, mas devem ter parte da frota atualizada. Uma quantidade mínima foi determinada.
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Anualmente, as empresas precisam ter, no mínimo, 12,5% de veículos renovados, do total da frota cadastrada. “Somente após efetivada a renovação de 12,5% da frota com ar-condicionado e Wi-Fi no curso do ano, será permitida, durante o restante do mesmo ano, a inclusão de veículos sem esses itens”, diz o texto.
Reajuste na passagem
Em relação ao valor da passagem, segundo o Diário Oficial, o reajuste “será aferido através de revisão tarifária ordinária ou extraordinária”, com possibilidade de haver outro meio de compensação.
Informações: Tribuna do Ceará

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Cai número de usuários pagantes em ônibus de Salvador

A redução no número de passageiros pagantes no sistema de transporte público por ônibus é uma realidade não só em Salvador como em todo o país. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a média de pessoas pagantes por mês caiu de 382 milhões, em 2014, para 347 milhões (2015).
Segundo cálculos da entidade, com base nesses dois anos, houve uma redução de 3,22 milhões de usuários pagantes por dia, ao se levar em consideração todo o país. Na capital baiana, o decréscimo acompanhou a tendência nacional, de acordo com dados da Agência Reguladora e Fiscalizadora dos Serviços Públicos de Salvador (Arsal). 
No entanto, é preciso diferenciar passageiros transportados e os pagantes – este último chamado de equivalente. Para se chegar ao cálculo do equivalente, é necessário pegar o total arrecadado e dividir pelo valor da tarifa, o que dará o número de quantas passagens inteiras foram pagas. O quantitativo de transportados significa quantas pessoas passaram pelo torniquete (inclui integração, gratuidade e meia passagem). 
Dois estudantes que pagam meia, por exemplo, são duas pessoas transportadas no sistema. Porém, para efeitos de arrecadação, essas duas meias passagens correspondem a apenas uma, a equivalente. Se, com o bilhete único, o usuário pega dois ônibus (o segundo sai gratuito), houve o transporte duas vezes de uma pessoa, mas apenas uma passagem paga, a equivalente.
As três empresas de ônibus haviam estimado, no plano de negócio do contrato firmado em 2014, que o número de equivalentes seria de 28 milhões. 
Mas a média registrada em 2015 foi de 25,2 milhões, 1,1 milhão a menos que a de 2014 (26,3 milhões). Em 2016, caiu para 23,5 milhões, ou seja, a arrecadação delas tem diminuído.
Na comparação do número total de equivalentes de 2015 e 2014, houve uma redução de 4 milhões. Caiu de 308 milhões para 304 milhões, mesmo o número total de passageiros transportados tendo aumentado de 406 milhões (em 2014) para 416 milhões (em 2015).
A diminuição do quantitativo de passagens equivalentes foi um dos argumentos levantados por donos de empresas de ônibus, no final de 2016, para apontar que, em Salvador, havia um desequilíbrio econômico do sistema, o que foi constatado pela prefeitura.
Motivos
Assessora técnica da Associação das Empresas de Transporte de Salvador (o antigo Setps e que hoje se chama Integra), Ângela Levita elencou uma série de motivos que, para ela, contribuiu para a redução de passageiros equivalentes.
Ela citou a criação, por parte da prefeitura, a partir de 2013, do Domingo é Meia, quando todos pagam meia passagem, e do Bilhete Único, que faz com que a segunda viagem em menos de duas horas seja gratuita.  
Ângela acrescentou, ainda, o início da operação gratuita do metrô em 2014 e que durou até 2016. Ela enumerou, também, a criação da integração ônibus-metrô, além do crescimento do transporte clandestino e a crise econômica que, com o desemprego, repercutiu na compra de vale-transportes. “É este o conjunto de causas que levou a um verdadeiro desastre na quantidade de equivalentes”, frisou.
Segundo ela, o recente aumento de R$ 0,30 concedido pelo município não foi suficiente para regularizar o desequilíbrio econômico do sistema. “Reduziu, mas ainda existe”. Se a redução permanecer, ela disse que as consequências “podem ser muito sérias”.
Como soluções, ela disse que só vê duas alternativas: o poder público subsidiar o sistema ou reavaliar o serviço de forma a “prestar um serviço menor”, com a racionalização de linhas.
O secretário de Mobilidade, Fábio Mota, rebateu as afirmações da assessora técnica e disse que o subsídio do transporte “não é possível”. “Moramos em uma cidade pobre. Os recursos são alocados em outras áreas, como a saúde”. Com relação a um “serviço menor”, ele disse que a prefeitura “preza pela qualidade” e que em hipótese nenhuma será dado esse encaminhamento.
“O que pode acontecer, por exemplo, é não ter mais linhas onde já tem o metrô. Pirajá-Lapa não fazia mais sentido. À medida que o metrô for avançando, não faz sentido ter Lapa-Mussurunga, quando já tiver a estação em Mussurunga”, frisou.
Estudo mostrará causas da queda de passageiros equivalentes
Tanto prefeitura quanto empresários haviam contratado, no final de 2016, consultorias para avaliar o contrato de concessão de 25 anos do sistema de transporte por ônibus. O estudo da prefeitura, feito pela Deloitte, será finalizado este mês, embora o aumento da tarifa já tenha ocorrido.
O trabalho da Deloitte subsidiou a revisão tarifária – processo previsto em contrato para acontecer a cada quatro anos –, e que promoveu o aumento (de R$ 3,30 para R$ 3,60), mas, segundo o diretor técnico da Arsal, Itamar Barreto, ainda municiará o município com informações, como planilhas de cálculos das operadoras e impactos da redução.
O contrato de concessão do sistema por ônibus prevê que a redução de passageiros é risco dos próprios empresários. Porém, o estudo fará uma previsão para o caso de continuar a cair. “O estudo da Deloitte vai mostrar porque caiu o número de equivalentes. Se continuar caindo o que acontecerá com a receita? Os empresários aguentariam esse resultado? Isso o estudo nos ajudará a entender”.
A estudante Maira Rocha considerou ações como a integração necessárias. “Ainda mais que a passagem aumentou. É claro que o empresário não gosta. Mas temos um sistema ainda com muitos problemas. Superlotação, nem sempre param no ponto, velocidade excessiva e falta higienização”.
A assessora técnica da Integra, Ângela Levita, disse que não acha que a qualidade do serviço tenha influenciado nas reduções. “As pessoas não deixam de fazer a viagem porque a qualidade não está satisfazendo satisfatoriamente”.
PEC
O presidente executivo da NTU, Otávio da Cunha Filho, aponta como solução a criação de um fundo. Ele aposta em uma PEC que tramita no Congresso e que prevê a taxação sobre a gasolina para subsidiar um fundo nacional do transporte que, por sua vez, alimentaria o sistema. “O sistema hoje é mantido pela tarifa e a queda de demanda vai continuar em 2017”.
Especialista defende maior atuação do poder municipal
A solução, para o professor de Economia dos Transportes da Ufba Ihering Alcoforado, é deslocar o foco de avaliação: sair do sistema de transporte por ônibus para ampliar para o de transporte público de passageiros “como um todo”, incluindo o individual privado.
“É preciso sair  da esfera do consórcio (das empresas) e passar para a órbita do poder municipal, que deve retomar seu protagonismo, criando condições de enfrentamento ao problema de mobilidade e de acesso ao sistema”, disse.
Alcoforado afirmou que a solução econômica dos consórcios, ao enfrentar a resistência ao aumento da tarifa, é buscar um equilíbrio econômico-financeiro por meio da redução dos custos operacionais e, por consequência, da qualidade do serviço.
“A solução natural do ponto de vista dos consórcios, de reduzir a qualidade do serviço com redução da frequência dos ônibus como alternativa para cortar custos e evitar aumento do valor da tarifa, assegurando o equilíbrio econômico-financeiro do contrato, configura-se como problema do ponto de vista do usuário”, afirmou Ihering.
Para ele, é necessário que seja criado um fundo para subsidiar o sistema de transporte. Ele seria alimentado por soluções adotadas pelo município, como pedágio e cobrança de estacionamento, taxando, assim, o transporte privado individual.
O arquiteto e urbanista Juan Pedro Delgado, doutor em engenharia de transportes, considerou que “todas as rotas de transporte público por ônibus – municipais e metropolitanas –, teriam que ser racionalizadas, visando a integração e a elevação da qualidade do serviço final para o passageiro, e não apenas otimizar custos para a empresa”.
“Os problemas da mobilidade urbana, particularmente para nossa cidade, deveriam ter sido tratados em escala metropolitana oportunamente. O tempo nos está cobrando a falta de ações estratégicas em termos de infraestrutura, tecnologia, segurança, gestão e educação”, frisou.

Informações: Jornal A Tarde

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

"Metrô do Recife terá vagão só para mulheres", diz chefe de segurança

Do total de 400 mil passageiros que utilizam o metrô diariamente, quase 38% são mulheres. Esse foi o dado usado pelo Chefe de Segurança do Metrô do Recife, Coronel Meira, para justificar e anunciar a mais nova medida de segurança do Metrorec. Segundo Meira, a medida vai ser tomada o mais rápido possível. "Vamos lançar de imediato um vagão feminino, para dar um conforto e mais segurança, como já existe no Rio de Janeiro e São Paulo, por determinação do nosso ministro das cidades Bruno Araújo".
O objetivo não é isolar, mas garantir segurança especialmente contra abusos sexuais. Segundo o coronel a utilização do espaço será livre "a mulher que quiser andar no vagão normal, ela anda, mas isso é um pedido das próprias mulheres. Na hora que a gente dá um conforto à mulher para ela não ser molestada dentro de um vagão, a gente está dando segurança a ela", avalia Meira. 
SEGURANÇA Questionado se até o carnaval já estaria com o trabalho a pleno vapor, Meira informou que ainda não terá conseguido realizar tudo que pretende, mas diz que "vai estar bem adiantado". Segundo Meira "a Guarda Patrimonial vai demorar um pouco, mas teremos nem que seja o choque e o canil". O coronel faz duras críticas ao atual quadro de vigilância e faz linha dura ao se referir a esses funcionários: "Comigo trabalha ou trabalha, se não quiser trabalhar sai, pede para ir embora. Vamos trabalhar para substituir os vigilantes, aqueles que nunca quiseram nada vão sair e novos vigilantes vão chegar em fevereiro até a gente resolver o problema na nossa Polícia Ferroviária Federal, mas até lá eu não posso ficar esperando", concluiu. AMBULANTES "Eles vão sair, estamos vendo alternativas com o Sebrae, vamos ver uma maneira, cadastrar, puxar, fazer um pente fino", disse. LIMPEZA O chefe de segurança afirma ainda que a limpeza do espaço também é uma missao dele. "Estamos com um pessoal vendo isso e vamos começar pelas maiores estações. O cidadão que usa o metrô vai ver que a gente está cuidado dele". 

Reportagem: Ismaela Silva Rádio Jornal
Informações: Jornal do Comércio Pernambuco

Fortaleza-CE. Reajuste deve ser anunciado nesta semana

O reajuste na tarifa de ônibus de Fortaleza deve ser anunciado nesta semana. Conforme a Prefeitura, que não revelou valores, o índice deve ser menor que o pleiteado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará (Sindiônibus).
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Conforme o Executivo Municipal, após a negociação, Fortaleza deve manter a tarifa de integração mais barata do País. Novembro é a data-base para a revisão da passagem, o que não houve em 2016. O último reajuste se deu em novembro de 2015, quando a passagem do transporte coletivo em Fortaleza subiu 14,48%. Na época, o Sindiônibus reivindicava aumento de 20,83%, o que elevaria a passagem para R$ 2,90.

Hoje, o preço da inteira custa R$ 2,75 e a meia passagem custa R$ 1,30. Já o valor da hora social (segunda a sábado, de 9 às 10 horas e de 15 às 16 horas) está em R$ 2,55 (inteira) e R$ 1,20 (tarifa estudantil). A tarifa social, praticada aos domingos, dia 13 de abril, 31 de dezembro e 1º de janeiro custa atualmente R$ 2,15 (inteira) e R$ 1 (tarifa estudantil). E a linha central está em R$ 0,40 (inteira) e R$ 0,20 (tarifa estudantil).
Informações: O Povo

sábado, 7 de janeiro de 2017

Tarifa de ônibus no Recife deve subir para R$ 3,00 se for de acordo com o IPCA

Na próxima sexta-feira será definida o novo valor das tarifas de ônibus da RMR, valor este que deve ser de acordo com o índice do IPCA como aconteceu nos anos anteriores, hoje esse índice está beirando os 6,5%.

Todo ano a URBANA PE que representa as empresas de ônibus apresenta sua planilha de aumento bem pra cima como forma de pressionar o governo e a sociedade com números totalmente irreais para um sistema de transporte oferecido a população.

Por falar nisso, a URBANA PE argumenta a queda de usuários a cada ano do sistema, fruto de políticas errôneas do Governo do Estado e da prestação de serviços ruim pelas empresas operadoras como ônibus velhos, queima de paradas e terminais lotados e sem organização entre outros.

Quando o aumento foi concedido em 2016, veio as promessas das empresas em renovar suas frotas, que não aconteceu como prometido e também por parte de subsídios do governo na ordem de R$ 150 milhões.

O fato é que o nosso sistema de transporte piora a cada dia sem nenhum plano de enfrentamento por parte do governo para trazer de volta os usuários que saíram do sistema e que só voltarão se o mesmo for atrativo.

Se tudo ocorrer como nos outros anos (Exceto em 2016), a tarifa do Anel A vai ficar em torno dos R$ 3,00, isso se for implementado o índice do IPCA.


A situação em todas as capitais brasileiras:

Aracaju - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,10
Belém - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,70
Belo Horizonte - de R$ 3,70 para R$ 4,05 a partir de 8 de janeiro
Boa Vista - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,10
Brasília - de R$ 3 para R$ 3,50 a partir de 2 de janeiro
Campo Grande - já em vigor aumento de R$ 3,25 para R$ 3,53
Cuiabá - ainda discute o aumento dos atuais R$ 3,60 para até R$ 4,20
Curitiba - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,70
Fortaleza - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,75
Goiânia - aumentou de R$ 3,30 para R$ 3,70 em março de 2016
João Pessoa - aumentou de R$ 2,70 para R$ 3 em fevereiro de 2016
Macapá - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,75
Maceió - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,15
Manaus - reajuste de R$ 3 para R$ 3,54 foi aprovado em 2016, mas há impasse judicial e por isso a nova tarifa ainda não está valendo
Natal - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
Palmas - aumentou de R$ 2,95 para R$ 3 em agosto de 2016
Porto Alegre - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,75
Porto Velho - aumentou de R$ 2,60 para R$ 3 em junho de 2016
Recife - ainda discute o aumento dos atuais R$ 2,80 para até R$ 3,75
Rio Branco - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
Rio de Janeiro - congelou os atuais R$ 3,80
Salvador - de R$ 3,30 para R$ 3,60 a partir de 2 de janeiro
São Luís - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
São Paulo - congelou os atuais R$ 3,80
Teresina - ainda discute aumento dos atuais R$ 2,75 para até R$ 3,20

Vitória - de R$ 2,75 para R$ 3,20 a partir de 1º de janeiro

Informações: Blog Meu Transporte

Tarifa de ônibus em João Pessoa pode ir a R$ 3,20

A passagem de ônibus de João Pessoa deve subir pelo menos R$ 0,18 no final de janeiro de 2017, conforme previsão do superintendente de Mobilidade Urbana de João Pessoa, Carlos Batinga, dada nesta quarta-feira (4). Ele informou que o reajuste da tarifa nos ônibus de transporte público da capital paraibana deve ser maior que a inflação de 2016, que segundo o IPCA foi de 6,18%. O preço do bilhete em vigor nos coletivos pessoenses atualmente é de R$ 3 desde fevereiro de 2016.

Caso o reajuste seja realmente acima da inflação, como previsto pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), a passagem pode chegar a R$ 3,20. A justificativa para o aumento seria a elevação dos custos das empresas com a mão de obra e com o preço do litro do diesel, combustível dos ônibus.

"O custo do transporte coletivo aumentou mais do que a inflação e por isso o reajuste em todas as cidades do país está ficando acima da inflação. Dois grandes componentes do transporte público, que são a mão de obra e o diesel, aumentaram em 2016 e isso acaba impactando no custo do serviço", complementa.

O Conselho de Mobilidade Urbana de João Pessoa,presidido pela Semob, deve se reunir antes do final de janeiro para definir o percentual exato do reajuste. "Nós estamos iniciando as análises essa semana e provavelmente na próxima já teremos uma definição de quanto será o reajuste", afirmou Batinga. Os estudos englobam levantamentos de dados de frota e levantamento de custo.

Ainda de acordo com Batinga, embora tenha sido mantida a mesma oferta de serviço, houve uma diminuição no número de passageiros. Segundo o superintendente, o número de compradores de vale transporte diminuiu 30%.

Informações: G1 PB